Perguntas-me porque te amo. Olhas-me como quem espera receber uma resposta satisfatória. Como se qualquer definição que te possa dar, explique tamanho sentimento.
O que é o amor e porque amo? Já todos os grandes poetas que conheço escreveram sobre ele (o amor). Cantam-se sonetos, fala-se em fogo que arde sem se ver. Diz-se que é ser alma, sangue e vida. Tanto se diz e nada se explica.
Não sei colocar em palavras o amor que sinto. Basta-me senti-lo.
Não sei racionalizar carinho, ternura ou afeto. Pulsa-me, no entanto, em cada gesto, cada toque, em cada entrega.
Não existe razão para amar que não amar.
Não me perguntes porque te amo. Deixa apenas que te ame. Fecha os olhos, abre o coração e simplesmente sente.
O amor é puro. Não carece de definições. Não precisa de lógica. Nem tão pouco é uma equação matemática.
É simplesmente o que é. Amor.
E se algum dia, porventura, me puser a encontrar motivos para ter que amar alguém, já deixei de amar há muito.
E se ainda assim tiveres dúvidas, lê novamente
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