Esta irá, ou já está a ser, uma das medidas que vai ser adotada, por uma grande parte das empresas em Portugal.Vou tentar ser imparcial, na minha opinião.
Só vou questionar alguns pontos que no meu ver são importantes.
Quais os critérios a ter em conta?
Será que as empresas precisam mesmo desta medida?
Tanto quanto sei, está tudo meio parado, meio a trabalhar!
Como vão as empresas, gestores de topo, ludibriar os resultados, de forma a se enquadrarem nos parâmetros exigidos?
Sim, porque como bons portugueses que somos, melhores somos a fazer “portuguezisses”, aldrabar valores, ou mesmo fazendo-os quebrar, até atingir os mínimos olímpicos.
Contudo tenho uma análise muito minha e vou partilhar.
Estes milhares de milhões de euros que supostamente vão ser injetados nas empresas, vão sair dos cofres do poder central, “dos nossos bolsinhos”.
Como e quando, vamos voltar a repor tão avultados montantes?
O que fizeram os senhores empresários, aos lucros que tiveram nos anos anteriores?
São muitas questões, eu sei.
Uma coisa eu vos digo em verdade, prevejo que nos levem a uma grave crise, a um buraco financeiro pior que o imaginável.
Não será só historia para contar. Esta pandemia à escala mundial, iremos também contar aos nossos netos, as dificuldades que passamos por causadas pela crise e que esta arrastou.
Numa gestão económica normal, quando os investidores privados se retraem, é o poder central que deve ter o esforço financeiro para pôr o país novamente a trabalhar, investindo em diversas vertentes.
Servindo de suporte económico para se reerguer, voltando a ter os investidores com vontade de arriscar os seus capitais próprios, e assim fazendo uma bola de neve, até que a situação se estabilize.
Mas como o iremos fazer se não houver dinheiro nos nossos cofres para tal?
É nisto que o setor privado não está a refletir, todos querem a sua parte do bolo, não tendo em consideração, muito menos medindo o caos que vão provocar na economia do povo.
Porque como de bom costume que é o nosso, quem vai pagar a fatura e bem cara, é sem a menor dúvida o povo.
Apelava ao bom senso, à consciência, a algum espírito de sacrifício por parte de quem já está de bolsos bem forrados.
Não levem o país à desgraça.
Mas, sou uma voz sem som, sou só um que não tem mais o que fazer, e lhe deu para refletir e partilhar sobres tudo isto.
Com todas estas dúvidas vos deixo uma última pergunta.
Estarei eu muito errado?
Espero que sim!
Lay off being stupid!
Drummer
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