
Tenho uma prisão domiciliária, a que me prendo com vontade. Das grades da minha cela vejo o mundo lá fora que me espera.
Mas não me vou prender muito mais. Ir-me-ei libertar lentamente, para me saber racional os sentimentos e não me perder nos momentos.
Sou dono de um Grande amor,
que divido por vontade,
que não me faz prisioneiro à força,
mas sim por própria vontade.
Mas tenho muito amor para dar,
E há tanto a quem o quer receber,
não é justo de todo agora parar.
Aquilo que te fiz entender.
Agora é a minha vez.
Tenho que dar sem medida.
Para sentir que sou alguém
E que tenho quase todos na minha vida.
É um sentimento complexo.
Ainda o estou a estudar
Mas também o vou pôr em prática
Para a minha tese fundamentar
Será de amor pelo próximo
De como ajudei, meu pequeno mundo
Com as ideias bem defendidas
Para ver se não me confundo
Darei amor, colherei paixões
Das muitas pessoas sofridas
Vou tentar encher os corações
Com tudo que é quase nada
Mas que será suficiente
Para mudar os seus rumos
Para saberem seguir em frente
Pois é isto que te digo
São desabafos de um louco
De pessoas infelizes quer fazer
Pessoas que sofram menos um pouco
Nem sei porque te escrevo assim
Mas foste tu que me pediste
Então aqui tens a resposta
Não quero que por minha causa tu fiques triste
Aliás não é esse o meu propósito
Já te expliquei bem há pouco
Volto a repetir para que entendas
São só pensamentos de um louco
Drummer
© Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto
Como autora, autorizo a partilha deste texto, e ou excertos do mesmo, desde que mantido no seu formato original, e seja obrigatoriamente mencionada a autoria do mesmo.
Mas não me vou prender muito mais. Ir-me-ei libertar lentamente, para me saber racional os sentimentos e não me perder nos momentos.
Sou dono de um Grande amor,
que divido por vontade,
que não me faz prisioneiro à força,
mas sim por própria vontade.
Mas tenho muito amor para dar,
E há tanto a quem o quer receber,
não é justo de todo agora parar.
Aquilo que te fiz entender.
Agora é a minha vez.
Tenho que dar sem medida.
Para sentir que sou alguém
E que tenho quase todos na minha vida.
É um sentimento complexo.
Ainda o estou a estudar
Mas também o vou pôr em prática
Para a minha tese fundamentar
Será de amor pelo próximo
De como ajudei, meu pequeno mundo
Com as ideias bem defendidas
Para ver se não me confundo
Darei amor, colherei paixões
Das muitas pessoas sofridas
Vou tentar encher os corações
Com tudo que é quase nada
Mas que será suficiente
Para mudar os seus rumos
Para saberem seguir em frente
Pois é isto que te digo
São desabafos de um louco
De pessoas infelizes quer fazer
Pessoas que sofram menos um pouco
Nem sei porque te escrevo assim
Mas foste tu que me pediste
Então aqui tens a resposta
Não quero que por minha causa tu fiques triste
Aliás não é esse o meu propósito
Já te expliquei bem há pouco
Volto a repetir para que entendas
São só pensamentos de um louco
Drummer
© Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto
Como autora, autorizo a partilha deste texto, e ou excertos do mesmo, desde que mantido no seu formato original, e seja obrigatoriamente mencionada a autoria do mesmo.
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