domingo, 5 de abril de 2020

Poemas de amor.


Poemas de amor, já há muito que os deixei de escrever. Não é que não acredite nele. No amor. Mas esse de que falam os contos de fadas, o eterno, não acredito nele.
Acredito que há vários tipos de amor e diversas formas de amar. E que tudo é eterno enquanto dura.
Acredito que todos eles têm na nossa vida um propósito. Ainda que não o saibamos, no momento. Todos nos ensinam. Todos nos marcam. Todos deixam em nós uma réstia do que foram, quando deixam de o ser.
O amor não é o que dizem. Não são palavras proclamadas. Não são cartas guardadas numa gaveta algures esquecida. Empoeirada pelo tempo.
Não. O amor é o que fazes. É pores tudo quanto és na entrega.
É dares de ti o que mais ninguém pode. A essência. Os medos.
É abrir a caixa de pandora, sem medo de lhe encontrar os segredos.
O amor. É feito de tanto. São pormenores, que se transformam em 'pormaiores'. É o tudo e o nada.
É. Simplesmente amor.
Sei lá eu do que escrevo. Não consigo defini-lo em palavras. Não sei dizer o que só o coração sente. Qualquer palavra me parece insuficiente.
Se acredito no amor? Sem dúvida.
Não sou de falar nele. Prefiro demonstrá-lo. Senti-lo. Só assim me faz sentido.

Miss Paty

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